quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Lembranças

Eu estava me lembrando de algumas coisas que aconteceram há anos atrás, inclusive me lembrei que fazia um século que eu não postava aqui na TDN. Se por acaso algum novo (ou velho) leitor aparecer, me desculpe. Enfim, relembrando algumas coisas legais e outras... nem tão legais assim, isso me serviu de inspiração. Bora desintalar essas palavras, Mayara!
E falando em lembranças....
São tantas coisas que eu queria esquecer ou... reviver!
Eu acho errado dizer que as  lembranças são nossas, porque se fossem nossas, poderíamos fazer qualquer coisa com elas: esquece-las, enterra-las, revive-las. Nós é quem somos escravos das lembranças, afinal, elas fazem o que querem com gente. Elas entram em nossos sonhos, nos fazem rir e chorar, nos deixam malucos às vezes! Eis o problema...
Queria um antídoto pra esquecer certas coisas e uma outra fórmula pra voltar no tempo e  fazer tudo certo. Quem sabe assim minhas más recordações parariam de me assombrar, rs. Mas não tem jeito, essa é a vida, uma hora a gente tá triste, outra hora tá feliz. Uma hora estamos satisfeitos e mais tarde desapontados.
Será que voltar no tempo e fazer tudo de novo resolveria? Acho que não. Isso é traição, eu estaria traindo todo o sentido de viver, eu interromperia o fluxo natural das coisas, mudaria meu destino e acabaria com o deixa acontecer. E acho que o destino ficaria tão bravo comigo, que me faria recobrar a memória só pra eu sofrer mais um pouco. Maldade.
Acho que o que deve ser feito é não deixar que as lembranças (boas ou ruins) tomem conta de nós. Não podemos deixa-las nos martirizar e acabar com as nossas noites de sono, afinal, são só lembranças.
Um dia o tempo apagará todas essas boas e más recordações... Certo?

PS: Prometo (de novo) NUNCA mais passar tanto tempo sem escrever!

domingo, 8 de setembro de 2013

Um dia você aprende...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a perdoá-la.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.
Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.

Willian Shakespeare

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sem medo de ser feliz

Engraçado o fato de como a sociedade julga as pessoas pela aparência, sério mesmo, isso me tira do sério! Ser gordinho é sinônimo de ser feio e quem se veste "esquisito", está na moda. Vivemos em uma sociedade em que não podemos ser nós mesmos, porque isso incomoda as pessoas ao nosso redor. 
A sociedade criou um esteriótipo de beleza que não existe, pelo menos, não naturalmente, é um padrão de beleza criada pelo bisturi, muita ginástica (como se tivéssemos muito tempo de sobra pra isso!) e onde não se pode comer coisas gostosas. Ou seja, seu corpo é perfeito - mas você é feliz assim? E quando te dá aquela vontade louca de devorar um duplo x-tudo, com direito a uma porção enorme de batatas fritas e 1 litro de Coca-Cola? (Ok, mas sem exageros! rs), mas é verdade! Se você vive em função do corpo perfeito, quem viverá em função de um cérebro brilhante e de uma vida feliz
Ninguém.
Se você não viver para ser feliz, ninguém viverá por você.
Os seres humanos me assustam demais, muito mais do que animais selvagens, mais do que um filme de terror. Os humanos são reais, eles existem e te fazem mal. Riem de você, falam mal e te magoam. Os humanos são os monstros que nos fazem chorar de medo à noite, antes de dormir. Porque são eles que falam coisas que te fazem querer mudar de vida, quando você não quer mudar, porque você gosta da vida que você tem. 
Então, aceite quem você é e seja feliz, não importa se você for louco por fast food, ou se prefere uma salada e uma copo d'água. Seja VOCÊ MESMO. 
Simplesmente faça porque você quer, não porque disseram pra você fazer.


Lembre-se: é a sua vida - e de mais ninguém! ;)

sábado, 26 de janeiro de 2013

Voando com o Tempo

E aí está você... sentado daquele mesmo jeito, naquele mesmo lugar e o com aquele mesmo pensamento de antes. Você não mudou nadinha. E é por isso que está aqui. E eu também, principalmente.
Pois é, meus queridos leitores, depois de quinhentos anos sumida, resolvi aparecer para dar o ar da minha graça aqui na TDN. A verdade é que fiquei sem tempo para postar. Sério mesmo. E como eu tenho o estranho hábito e frescura de só escrever quando estou sozinha em casa, fui deixando pra mais tarde, pra amanhã, pra outro dia e pra nunca mais.
Uma vez eu li que o fim de um blog é quando você começa a postar a sua vida pessoal nele - e eu tenho quase certeza absoluta de que eu já escrevi sobre isso aqui antes. Enfim... Resolvendo encarar os fatos, percebi que não é justo deixar tão abandonado, algo que me encorajou e me fez perceber quem realmente sou. Por isso, eu prometo que não vou passar tanto tempo sem escrever! :)
Afinal, quem já conhece este blog e/ou a blogueira que vos escreve sabe: eu não sei viver sem escrever e principalmente, sem o meu porto seguro: o meu blog.
Caramba, de repente a gente para, pensa e percebe que o tempo voa mesmo e que essa não é só uma frase comum. E pra onde ir? A verdade mesmo, é que estamos voando com ele, sem saber pra onde ou pra quê.
E de tantas coisas escritas, palavras ditas, dias e noites passados... nada de novo aconteceu. E parece que tudo simplesmente continua  do mesmo jeito, onde sempre esteve, onde sempre deveria estar. O problema é que você não continua o mesmo, cresceu e mudou. Vai ver, até você pode estar onde não deveria. 
Você percebe que se tornou "velho" quando encontra aquela professora sua, que você jamais achou que se esqueceria de você, porque você jamais vai esquece-la (escola, que saudades da escola!) e de repente quando você diz "Oi, lembra de mim? Fui sua aluna" e tudo o que você ouve é "Verdade? Em qual escola?". É, caras crianças grandes, a professorinha não se lembra mais de você. E isso já faz algum tempo...
O tempo é mesmo contraditório: nos faz esquecer de certas coisas que não queríamos jamais ter esquecido e por outro lado, entope nossas mentes com lembranças que não queríamos mais ter. Engraçado, não? 
E enquanto o tempo passa, vamos continuar a voar com ele.
Isso não tem como disfarçar ou encobrir.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Sonho pequeno


Na noite passada eu sonhei que estava carregando um bebê. Era um menino. Ele era meu. Meu bebê. E ele era tão pequenininho! Lindo e perfeito. E  eu era tão feliz...
Pena que foi só um sonho. Mas um dia eu vou tê-lo em meus braços.
Ele era tão pequenininho.
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